My Favorite Side by Raquel

My Favorite Side by Raquel
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sonhos...como é bom!!!

Oi, pessoal, tudo bem?

Dia desses, passeando pelo Facebook, vi um trabalho de uma colega que me chamou a atenção. Ela havia feito um Dream Catcher, ou um Filtro dos Sonhos, que foi moda durante um tempo aqui no Brasil. Via-se o amuleto como móbile, quadro, pintura, tatuagem, bijuteria, praticamente tudo foi feito com a ideia. 

Para quem não conhece, o Filtro dos Sonhos é um amuleto típico da cultura indígena norte-americana que, supostamente, teria o poder de purificar as energias, separando os "sonhos positivos" dos "sonhos negativos", além de trazer sabedoria e sorte para quem o possui.

Não acredito em naaaaaada disso, mas, particularmente, gosto muito de penas...aí, quando vi o trabalho na net, pensei: também quero!  Escolhi minhas cores preferidas e resolvi usar um produto novo chamado Oil Pastels, da Prima. Tem uma resenha muito legal sobre esse produto aqui no My Messy Table, site sobre scrap e lifestyle do qual sou colaboradora! Aquarelei a moldura e achei que ficou bem diferente! Adorei esse produto!


E aqui está! Usei uma moldura chamada Bella, da Momento Divertido, cortei o miolo trabalhado na Silhouette, as penas são facas de corte da Spellbinders. Coloquei umas contas, um brilhinho (que não pode faltar) e gostei do resultado!



Espero que tenham gostado também!

Um beijo e bom final de semana!

Raquel








sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Ainda sobre registros e memórias



Tudo bem, pessoal?

Como foram de Carnaval? Eu aproveitei bastante os dias quentes na praia! Apesar de gostar mais do clima frio, curto um bronzeado e gosto da "vibe" do ambiente de praia! Aproveitei!!

Mas, hoje eu vim aqui falar de registros e memórias novamente. Na pergunta do dia do diário que estou fazendo (link sobre isso aqui), fui posta à prova em um dos meus piores defeitos! E, como no diário não se "pode" mentir, respondi e resolvi dividir com vocês essa minha, digamos, falha de conduta...




Sou procrastinadora!

Péssimo... E, apesar de ser consciente disso, não me esforço muito pra mudar. Não direi que não consigo mudar, porque jamais aceitarei esse termo tão absoluto quanto o não consigo... Mas, quando vejo, já estou postergando ações, resoluções, projetos, contas a pagar, etc...

Muita gente confunde a procrastinação com preguiça. Eu não sou preguiçosa, mas consigo até entender a conexão.

Enfim, o diário serve pra isso também, eu acho, para nos conhecermos melhor. E dizem que ter consciência já é metade do caminho para a mudança! Eu ainda tenho fé que posso mudar!

Por hoje, é isso!

Beijos,

Raquel







segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Salvando as memórias!

Quem me conhece sabe que sou um pouco fraca para minhas memórias do passado distante e também do passado recente. E sabe também o quanto isso me incomoda... Talvez por isso goste tanto de fotografia...

Dia desses, olhando o blog de uma amiga scrapper, vi um comentário sobre um livro que me interessou muito! A Lu Sielskis, do Bendito Scrap, falava sobre um diário chamado "Uma pergunta por dia", onde se responde uma pergunta diferente todos os dias, e elas se repetem durante cinco anos. Assim, você acompanha suas respostas e suas mudanças. (artigo da Lu aqui)




Aí, achei tão legal que comprei logo dois, um pra mim e outro pra uma grande irmã/amiga! E, desde então, venho respondendo as perguntas todos os dias! Imagine ao final de cinco anos poder comparar suas respostas para as mesmas perguntas??? Muito bom!

Então, se você quer preservar também seus pensamentos e memórias, quer ver sua evolução, fica aqui minha dica! Tenho certeza que vai amar!

Beijos,


Raquel







quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

É preciso ouvir!



Todo mundo, algum dia na vida, já pensou que poderia ter sido melhor em algumas situações.

Poderia ter sido melhor filho/filha, melhor irmão/irmã, melhor mãe/pai, melhor marido/esposa... Sao reflexões inerentes ao nosso crescimento como pessoas, eu acho. Para mim, é a partir dessas constatações que busco me aprimorar, me corrigir e criar as bases para melhorar meu convívio social. 

Afinal, apenas constatar que podemos ser melhores, mas não fazermos nada com essas reflexões, revela uma acomodação e um desinteresse no nosso relacionamento com as diversas redes a que pertencemos.

Sempre que avalio uma situação, penso que tenho um grande exemplo a seguir. Grande, não; único. E reflito: o que Jesus faria nessa situação? A resposta vem, nem sempre como eu gostaria de agir, ou com resultados que agradem a mim, mas é preciso ouvir a voz que vem do Alto. 

Digo constantemente, para mim mesma (muitas vezes) e para quem posso orientar: não aja segundo o  seu coração; o coração é enganoso e nos cega! Aja com a inteligência e bom senso; você estará plantando bem e vai colher o melhor!

Beijos,

Raquel




quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A dor do outro

Eu tenho um lema na minha vida, fruto de uma vida cheia de experiências, boas e também ruins, claro. Sempre penso assim: se deu certo, foi pela bênção de Deus; se deu errado, vale como experiência de vida. E assim vou assimilando as diversas fases e situações cotidianas.

Porém, quando a dor e frustração te atingem sem que você possa fazer nada e nem tampouco usufruir desse lema, quando a situação transcende a sua capacidade de "metabolizar" e seguir em frente, a sensação de incapacidade é cruel...

Sentir a dor do outro sem que haja uma palavra de conforto, entre tantas já ditas, sem que se possa fazer nada...frustrante... acho que quem é mãe e pai deve entender o que falo aqui. Quantas vezes, nas situações de dor dos filhos, as mães dizem: queria eu sentir a dor dele e aliviá-lo do sofrimento! Mas nao dá! Frustrante... Será que Deus também se sente assim diante da nossa dor? A dor que consome a alma, que dói tão fundo que chega a ser física...

Nao gosto de me sentir impotente diante de uma situação. Talvez por isso minha fé seja tão ativa. Quando nada posso fazer, peço para Aquele que pode. Tenho a certeza da resposta e isso me basta. A sensação de impotência não vai embora, mas já me sinto confortada. Dai, chego à conclusão que tudo o que posso fazer diante da dor alheia e emprestar um pouquinho da minha fé, é regar essa semente no coração do outro, pra que a dor seja substituída pela esperança, pelo amor próprio, pela certeza do amor de Deus.

E isso tudo me conforta, me anima e me faz seguir em frente! A dor continua lá, mas agora já envolta em uma neblina, como aquela que se desfaz quando o sol insiste em brilhar.

Beijos e bom dia!