My Favorite Side by Raquel

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Project Life - uma maneira deliciosa de documentar os bons momentos!

Oi, gente, tudo bem?

Hoje, venho dividir com vocês um trabalho que amo fazer: álbuns de fotografia! E conto aqui algumas observações sobre esse novo trabalho.

O texto é longo, mas prometo que não é tedioso! rsrsrs...


Sempre gostei de fotografia. Herdei esse prazer do meu pai que, apesar de não ter os recursos quando jovem, sempre gostou de tirar fotos. Mas, pela falta de tempo, fui deixando muitas coisas importantes deixar  de ser documentadas. Não entendia a importância de documentar nossa história para as futuras gerações da família. E essa ideia deturpada foi herança da ditadura, regime militar em que cresci e que me fez uma verdadeira lavagem cerebral. Juntando as duas vertentes da minha vida, um dia resolvi documentar o pouco que tinha da minha história e passar a criar uma história diferente com a minha atualidade. E foi assim que eu escolhi o scrapbooking como um dos meus hobbies e prazeres favoritos.

Fotografo tudo e faço isso várias vezes durante o dia. Faço álbuns de viagens e “viajo” novamente sempre que os folheio. Dessa forma, estou eternizando os bons momentos. A partir dai, descobri que esse prazer me trazia algumas outras vantagens, resultados positivos que me levaram a continuar e agora escolher o estilo Project Life. Documentar nossa vida através desse sistema é legal, porque o objetivo principal 
é facilitar e poder documentar o máximo possível, sem regras fixas de tempo, é claro.

Assim, cada vez que tiro fotos e documento momentos, chego a algumas conclusões.

Primeiramente, você se torna mais criterioso com os detalhes que compõem aquele momento. O que não parecia importante, passa a ser e seu olhar muda diante de situações cotidianas. A fotografia nos revela momentos bons que poderiam passar desapercebidos ou esquecidos.

Depois, as fotos nos proporcionam enxergar beleza nas coisas simples. As imagens que mais vemos hoje em dia são de comida, mesas de jantar, cafe da manhã… pois isso é nosso cotidiano, contado de forma mais apurada e nos dando a condição de sermos gratos pelas pequenas coisas da nossa vida.

Assim também é com o capricho que dedicamos as fotos. Ainda sobre a mesa do jantar, a comida ou um restaurante, passamos a admirar a beleza dos pratos, a combinação das cores, montamos verdadeiros cenários, deixando tudo mais bonito e agradável à nossa volta. As selfies são sempre feitas com nosso melhor ângulo, sempre com belos sorrisos! 

Tudo isso vem regado das companhias que desfrutamos nesse dia-a-dia e que nem sempre valorizamos. Nossa família, nossos amigos, pessoas que dividem bons e maus momentos merecem ser documentados na nossa vida e nossa historia. Eu, particularmente, tenho recuperado fotografias antigas para fazer um álbum da minha família e poder entender minhas raízes e meus antepassados. Acho fundamental conhecer nossa história. E quando isso é feito através de imagens, alem de mais prazeroso, é também muito mais elucidativo. Imagina ver seus traços, seu tipo de cabelo, sua cor de olhos num ente querido??? Ah, muito bacana! 

Então, o Project Life uniu alguns dos meus prazeres: o papel, a fotografia e a documentação das minhas memórias, do meu cotidiano. E o que sinto é uma enorme gratidão por tudo o que tenho e vivo, sensação essa que se renova todas as vezes que me sento pra fazer uma pagina de um álbum. Quer sensação melhor???

E você? Já descobriu o Project Life? Como começou no scrapbooking? O que o levou a esse hobby? Espero que sua reflexão também seja bem saudável e positiva!

Deixo aqui fotos do meu último trabalho de PL, que fiz pro site My Messy Table, onde sou colaboradora. 

Para esse trabalho, escolhi documentar um dos momentos mais marcantes de 2015 para mim. Faço parte de um blog chamado Boutique Magnolia e, em julho passado, tivemos um encontro das designers que moram em São Paulo, junto com a dona do blog, a Babi, que mora nos Estados Unidos. Foram momentos deliciosos, que ficam aqui registrados através do Project Life. 







E, claro, tínhamos muitas fotos, o que torna o trabalho de escolha muito difícil. E aqui fica a minha dica: quando temos muitas fotos, podemos criar uma “cascata”, usando pockets individuais presos no plástico com a Fuse tool. Fica bem diferente, especialmente quando temos uma sequência de imagens, como a que utilizei aqui.


 Sequência - foto 1

 Sequência - foto 2

 Sequência - foto 3

Sequência - foto 4

Outra dica: também usei diversos arquivos da Silhouette, para criar um look bem personalizado. Fiz alguns cards vazados e algumas palavras no adesivo transparente. 




adesivo com texto

E a terceira dica: com a ajuda da Fuse tool, criei um pocket e coloquei lantejoulas e outros enfeitinhos. Fiz um outro pocket e coloquei uma palavra em chipboard, dando ainda mais personalidade ao projeto. 




A lista dos produtos utilizados você encontra aqui

Espero que tenham gostado e que meu trabalho sirva de inspiração para vocês!

Beijos carinhosos,

Raquel

domingo, 21 de fevereiro de 2016

De volta às tintas e pincéis!

Oi, pessoal, tudo bem?

Enfim, estou de volta ao hobby que mais prazer me dá nessa vida: a pintura em cerâmica!

Passei o ano de 2015 distante dos meus pincéis, nem sei direito porquê... O tempo passa tão rápido que, quando vi, o ano já tinha acabado e eu não tinha nada de novo na decoração da minha casa.

Então, dentre as resoluções de 2016, inclui o retorno às tintas e pincéis! E já tenho um conjunto pra mostrar pra vcs! 





O café da manhã é, para mim, a refeição mais gostosa do dia. Por isso, tenho vários conjuntinhos feitos por mim pra deixar esse momento ainda mais especial!!! Amo muito! 

Esse ano, estou fazendo minhas artes aqui, um atelier lindo, com pessoas muito especiais! 

Se você quiser encomendar algo especial, seja para seu uso, para decorar sua casa ou para apresentar alguém, é só encomendar. Aqui, você pode ver algumas peças que pintei pra mim e também vários presentes e encomendas! Espero que gostem!

Então, vamos tomar um gostoso café da manhã??? 

Beijos e até mais!!!

Raquel




"Escolha um trabalho que ame e nunca 
terá que trabalhar um único dia na vida."
Confúcio 





quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

É preciso ouvir!



Todo mundo, algum dia na vida, já pensou que poderia ter sido melhor em algumas situações.

Poderia ter sido melhor filho/filha, melhor irmão/irmã, melhor mãe/pai, melhor marido/esposa... Sao reflexões inerentes ao nosso crescimento como pessoas, eu acho. Para mim, é a partir dessas constatações que busco me aprimorar, me corrigir e criar as bases para melhorar meu convívio social. 

Afinal, apenas constatar que podemos ser melhores, mas não fazermos nada com essas reflexões, revela uma acomodação e um desinteresse no nosso relacionamento com as diversas redes a que pertencemos.

Sempre que avalio uma situação, penso que tenho um grande exemplo a seguir. Grande, não; único. E reflito: o que Jesus faria nessa situação? A resposta vem, nem sempre como eu gostaria de agir, ou com resultados que agradem a mim, mas é preciso ouvir a voz que vem do Alto. 

Digo constantemente, para mim mesma (muitas vezes) e para quem posso orientar: não aja segundo o  seu coração; o coração é enganoso e nos cega! Aja com a inteligência e bom senso; você estará plantando bem e vai colher o melhor!

Beijos,

Raquel




quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A dor do outro

Eu tenho um lema na minha vida, fruto de uma vida cheia de experiências, boas e também ruins, claro. Sempre penso assim: se deu certo, foi pela bênção de Deus; se deu errado, vale como experiência de vida. E assim vou assimilando as diversas fases e situações cotidianas.

Porém, quando a dor e frustração te atingem sem que você possa fazer nada e nem tampouco usufruir desse lema, quando a situação transcende a sua capacidade de "metabolizar" e seguir em frente, a sensação de incapacidade é cruel...

Sentir a dor do outro sem que haja uma palavra de conforto, entre tantas já ditas, sem que se possa fazer nada...frustrante... acho que quem é mãe e pai deve entender o que falo aqui. Quantas vezes, nas situações de dor dos filhos, as mães dizem: queria eu sentir a dor dele e aliviá-lo do sofrimento! Mas nao dá! Frustrante... Será que Deus também se sente assim diante da nossa dor? A dor que consome a alma, que dói tão fundo que chega a ser física...

Nao gosto de me sentir impotente diante de uma situação. Talvez por isso minha fé seja tão ativa. Quando nada posso fazer, peço para Aquele que pode. Tenho a certeza da resposta e isso me basta. A sensação de impotência não vai embora, mas já me sinto confortada. Dai, chego à conclusão que tudo o que posso fazer diante da dor alheia e emprestar um pouquinho da minha fé, é regar essa semente no coração do outro, pra que a dor seja substituída pela esperança, pelo amor próprio, pela certeza do amor de Deus.

E isso tudo me conforta, me anima e me faz seguir em frente! A dor continua lá, mas agora já envolta em uma neblina, como aquela que se desfaz quando o sol insiste em brilhar.

Beijos e bom dia!